As pesquisas sobre o Alzheimer estão
mais intensas em todo o mundo e o
fato da informação estar disseminada contribui para acelerar o progresso das
novas descobertas sobre a doença.
De acordo com o neurologista, Dr.
Flavio Sallem, um dos maiores desafios dos pesquisadores é não transpor os
limites éticos, em vista que há dificuldades em se fazer estudos com as experiências restritas
aos laboratórios. Com o envelhecimento da população e a mudança na pirâmide
etária da população brasileira indica que os casos de Alzheimer dobrem ou
tripliquem até 2050. Esses números já são realidade. De acordo com o
neurologista, os números indicam que a partir dos
80 anos o risco de Alzheimer dobra a cada cinco anos, sendo a idade o principal
fator de risco da doença.
O lado positivo é que existe prevenção, sim. Evitar a hipertensão com a prática de atividades físicas, tratamento adequado de diabetes com a dieta adequada. O sedentarismo provavelmente está relacionado à doença de Alzheimer. Ainda há a porcentagem de incidência atribuída a fatores genéticos.
Fonte: Coisa de Velho
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