quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

Malhação mental: Pequenas dicas, grandes resultados!


Manter a mente ativa é a melhor forma de retardar o aparecimento de problemas típicos da idade. Confira sete dicas para você exercitar seu cérebro:

1º - Procure novas formas de fazer as coisas. Alguns exemplos simples e eficientes são criar novas rotas de volta para a casa após um dia de trabalho ou repensar nova organização ou finalidade para os móveis;

2º - Não caia na rotina. Nosso piloto-automático mental é realmente muito útil e eficiente no dia-a-dia, mas a nossa mente acaba se acomodando se tudo for feito apenas por hábito;

3º - Procure outras atividades mentais. Aprender alguma coisa nova afasta o tédio e, dependendo do grau de sociabilidade, a solidão. Escolha conhecimentos totalmente diferentes daqueles que você usa no seu ambiente profissional;

4º - Exercícios físicos também são importantes para diminuir os riscos de derrames, microderrames, entre tantos outros problemas relacionados ao sedentarismo;

5º - Dedicar-se a alguma forma de arte também é um ótimo exercício mental. Não hesite em aprender um pouco mais sobre as expressões que despertam o seu interesse;

6º - A partir dos 50 anos, fazer check-ups periódicos das suas capacidades cognitivas é altamente recomendado. “Quanto mais cedo os indícios de problemas forem identificados, mais fácil será conter o seu avanço”, diz a neuropsicóloga Jacqueline Abrisqueta-Gomez, do Hospital São Paulo;

7º - Encare o ato de pensar como uma atividade genuína e com valor em si mesma, diz o neuropsicologo russo-americano Elkhonon Goldberg. “Faça dela uma parte do seu estilo de vida.” 
-

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Pneumonia em idosos pode ser confundida com depressão


Pesquisa realizada pela Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT) conclui que grande parte dos brasileiros não conhece os sintomas da pneumonia. Você sabe por que os idosos são os que mais sofrem com a doença?


A pneumonia é um processo inflamatório do tecido pulmonar transmissível, causada por agentes infecciosos, como fungos, vírus e bactérias. No caso dos idosos, a combinação de idade avançada com a presença de outras doenças associadas (como diabetes, hipertensão arterial e doença pulmonar obstrutiva crônica) pode comprometer ainda mais a imunidade do individuo.  Se não for tratada corretamente, a doença pode agravar e levar à morte.

O pneumologista Dr. Arthur Rothman alerta "Idosos internam entre três e quatro vezes mais do que jovens e a mortalidade entre eles também é bem maior. Por isso é necessário dar importância à prevenção", afirma.

Prevenção
- Garantir condições gerais de higiene pessoal, em roupas e no ambiente;

- Estar com a vacinação em dia. As obrigatórias incluem a da gripe (que predispõe o desenvolvimento da doença) e a da pneumonia (contra a bactéria do pneumococo);

- Mantenha-se hidratado. É importante acompanhar a quantidade de líquido ingerido e oferecê-lo em diferentes momentos do dia, uma vez que o idoso não sente sede normalmente.

"Em meses mais frios, o número de casos da doença aumenta até 30%", alerta o pneumologista. O uso constante do ar-condicionado nos meses mais quentes, por sua vez, tornam necessários os mesmos cuidados. A manutenção desse aparelho também requer atenção.

Sintomas 
Diferentemente dos jovens (que apresentam febre alta, tosse e dor torácica), em idosos os sintomas são, muitas vezes, interpretados como confusão mental, apatia e perda de apetite. Tosse e dores no peito acontecem em menor grau e, mais da metade dos casos, não há febre.

O idoso com pneumonia pode apresentar um ar de deprimido. Negligenciar a situação inviabilizam o diagnóstico e o devido tratamento.

Tratamento
O diagnóstico é feito por meio de uma avaliação do histórico clínico do paciente, exames físico e raio-X do tórax.

O tratamento da pneumonia visa combater o agente causador. Se for causada por bactéria, ele é feito, principalmente, com o uso de antibióticos. Além deste específico, outros remédios também podem ser usados para aliviar os sintomas. Em casos de pneumonia por fungo (mais rara e mais grave), são usados os antifúngicos.

FONTE: HOSPITAL ALBERT EINSTEIN
-

quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

As marcas emocionais que nossos avós deixam


Os avós são pessoas de casa. Únicos, entranháveis e inesquecíveis. Estejam neste mundo, ou não mais, eles simbolizam o lugar ao qual poderemos sempre voltar para nos enroscarmos, mesmo que seja nas memórias.

São nossas memórias, nossa complacência, nosso prazer e nossa ternura.

São histórias cheias de mudanças inesperadas, cabelos brancos que ondeiam ao vento, olhos que brilham com o sol, passeios tranquilos enquanto sentimos o calor de suas mãos, o ver a chuva da janela com um copão de chocolate quente em uma tarde fria de inverno.

Por tudo isso, os avós se tornaram nossos mais queridos amigos, aqueles que corriam lentamente pelas árvores para brincar de esconde-esconde, que nos demonstravam que o amor pode ser único e excepcional.

Seu legado emocional
Eles cheiram a roupas novas, a brinquedos e troca de doces, a segredos compartilhados, a caprichos encontrados, a vaga-lumes em noites de verão.

Seus passos e suas mãos fortes guardam a essência de momentos insubstituíveis e de valores aprendidos.

E é o que o pão fresquinho das manhãs reflete, a importância do cuidado, mesmo nos pequenos detalhes, da dedicação e do amor.

Aqueles abraços que nos recompunham em segundos da dor que nos causavam as feridas nos joelhos e, acima de tudo, as da alma.

É provável que, mais do que uma vez, nos tocassem ao ver testas franzidas ou olhares desaprovadores. Certamente, temos isso gravado a fundo em nossa pele, a mesma que se arrepiava quando nos diziam que não havíamos feito algo bom.

Aprofundar as raízes
O maior presente dos nossos avós são as raízes que nos deram e as asas que nos teceram. Por isso, nunca devemos nos esquecer de aprofundar e de manter presente o que constitui nossa fundação.

A relação com nossos avós será uma das mais afetuosas e profundas que experimentaremos em nossa vida. Lembraremos dela, pelo tratamento excepcional e genuíno, sempre.

Simbolizam um lugar onde aprendemos mais valores, mesmo havendo menos regras; onde nos educaram com serenidade e maturidade, onde víamos a sua satisfação pela continuidade e onde aprendemos com temperança e paz.

Nossos avós, nossos heróis do passado, são penas de nossas asas. Nossos avós são os heróis do passado e que constituem o nosso presente; são os que nos deram a mão, os que aliviaram nossas feridas, os que evitaram a queda e que também nos permitiram cair, pois sabiam que era a melhor forma de aprender.

São os sinônimos mais perfeitos para calor e proximidade, mesmo que já possam estar bem longe; são a conexão à primeira vista de uma sintonia única e inquebrantável.

Através deles, conseguimos entender que os momentos mais insuportáveis são apenas isso, momentos. Isso é o que sempre ficará gravado como algo permanente em nossas memórias e em nosso coração, pois nós temos a marca emocional de nossos avós.


Estejam ou não neste mundo, continue abraçando-os e ouvindo-os, entendendo-os e sendo fiel às suas raízes. A voz da experiência merece isso. Seja como for e graças aos seus avós, sua infância e sua vida foram diferentes e, principalmente, únicas.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

Os melhores exercícios aquáticos para idosos


Exercícios físicos regulares são indispensáveis para manutenção da saúde. No caso dos idosos, no entanto, a prática deve ser adotada com moderação e cuidado, visando a condicionar o corpo gradativamente.

Por isso, é necessário se exercitar entre 5 a 10 minutos todos os dias e, preferencialmente, sob a supervisão de um profissional capacitado (fisioterapeuta ou educador físico). Aos poucos, a pessoa terá maiores resistência e flexibilidade, necessários para exercícios de longa duração (podendo chegar a 30 minutos diários).

Os exercícios aquáticos são uma alternativa divertida para aqueles que não apreciam a rotinas das academias ou centros de reabilitação física. Além de refrescantes, eles ajudam no condicionamento físico e até mesmo na sociabilidade e autoestima de quem pratica.

Os mais apropriados para os idosos

Natação – Por colocar todos os músculos do corpo em movimento, é um esporte tão abrangente quanto exigente. Independentemente da idade, seus exercícios melhoram o ritmo cardíaco, a respiração e aumentam a resistência e flexibilidade do corpo. Além disso, a natação queima calorias (uma hora de prática desgasta entre 500 a 650 calorias), ajudando a pessoa a manter-se em forma.

Hidroginástica – São exercícios aeróbicos que aumentam o ritmo cardíaco, melhoram a saúde pulmonar e ajudam na perda ou controle do peso, realizados dentro d’água.

Musculação – Também conhecida como exercícios de resistência, ela auxilia pessoas na terceira idade a realizarem ações diárias com mais segurança, como caminhar pela casa sem risco de quedas.

Ao realizá-los dentro d’água, não são necessários pesos ou outros equipamentos, uma vez que a própria água oferece resistência ao movimento e isso, por si só, já é um excelente exercício. Outra vantagem é que a flutuação ajuda a reduzir o impacto da atividade nos joelhos, tornozelos e quadris.

Técnicas de relaxamento - Elas podem ser utilizadas dentro d’água, aliviando a tensão muscular e as dores nas articulações. Também podem ajudar a reduzir a pressão arterial, o ritmo cardíaco e o stress.


Exercícios de equilíbrio - Existem muitos exercícios aquáticos que promovem o equilíbrio do corpo, como o yoga ou Tai Chi. Ao realizá-los dentro de água, a atividade fortalecerá a postura e a estabilidade da pessoa, reduzindo os riscos de quedas e consequentes traumas ou lesões.
-
FONTE: CUIDAMOS

terça-feira, 12 de janeiro de 2016

Um chocolate, um bebê e um campo de concentração


Uma mulher deu um chocolate a uma grávida num campo de concentração. Saiba o que aconteceu 70 anos depois

Francine Christophe tinha oito anos quando foi presa pelo regime nazista da Alemanha. Filha de prisioneiros da guerra, ela foi levada para um campo de concentração com sua mãe.

A francesa conta que, por serem filhos de estrangeiros, poderiam levar um ou dois itens de casa. Alguns levavam açúcar, outros açúcar e arroz.

Já a mãe de Francine levou dois pedaços de chocolate. A justificativa? Quando estivessem em colapso absoluto, o doce seria um conforto. Mas nenhuma das duas provou a guloseima.

No mesmo alojamento, havia uma mulher grávida muito debilitada. Quando entrou em trabalho de parto, a mãe de Francine perguntou à filha se ela estava bem e, após a resposta positiva, disse: "Eu gostaria de dar o chocolate a essa mulher, nossa amiga Hélène. Dar à luz aqui é difícil. Ela talvez não resista. Se eu der o chocolate, talvez a ajude". A mulher sobreviveu e seu bebê também. Seis meses depois, foram libertas.

Há alguns anos, Francine organizou evento "Se os sobreviventes tivessem tido aconselhamento em 1945, o que aconteceria?", visando a discutir como a assistência psicológica poderia ter auxiliado sobreviventes a seguirem em frente. Entre os presentes, estavam muitos sobreviventes, historiadores, psicanalistas, psiquiatras e psicoterapeutas.

Uma das palestrantes se apresentou da seguinte maneira "Eu moro em Marseille, onde sou psicanalista. Antes de começar a minha fala, eu tenho algo para Francine Christophe'. Ela alcançou o bolso e tirou um pedaço de chocolate. Entregou-me e disse: 'Eu sou o bebê'.".

Leia o depoimento de Francine na íntegra e no vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=gXGfngjmwLA 

FONTE: SPOT MAIS

segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

Os principais destinos brasileiros de turismo para Terceira Idade


Pacotes diferenciados e facilidades no pagamento estimulam turistas da “melhor idade”
A partir do lançamento do Programa Viaja Mais, do Ministério do Turismo, os turistas da terceira idade ganharam atenção redobrada das agências de viagem. Para esse público, reunir conforto, atividades adequadas e infraestrutura mostram-se como o maior desafio. Por isso, listamos os lugares mais procurados por esse público, de acordo com agências especializadas no segmento.

1 - Águas de Lindóia (SP)
Situada a 180 quilômetros de São Paulo, a cidade atrai muitos turistas da terceira idade por causa de seus balneários de águas termais. Além disso, a paisagem serrana e o ar puro de Águas de Lindóia trazem a tranquilidade que muitos viajantes procuram.

2 – Caldas Novas (GO)
Destino preferido dos que buscam tratamentos ou apenas relaxar nas águas termais, Caldas Novas oferece uma grande variedade de hospedagens – tem o maior complexo hoteleiro do Centro Oeste. As águas quentes chegam aos 51ºC e são procuradas por suas propriedades terapêuticas.

3 - Serra Negra (SP)
Quem gosta de viajar para fazer boas compras, deve incluir Serra Negra em seu roteiro. Famosa pela produção de malhas, a cidade do interior de São Paulo abriga feiras de artesanato e inúmeras lojas de roupas.

4 - Cidades históricas (MG)
Consideradas patrimônio da humanidade, as cidades históricas de Minas Gerais (Ouro Preto, São Thomé das Letras, Tiradentes, entre outras) são um passeio imperdível. Para os católicos, visitar as diversas igrejas banhadas a ouro e decoradas com obras de grandes artistas, como Aleijadinho, é uma experiência emocionante. Algumas cidades, como Ouro Preto, apresentam terreno bastante íngreme. Por isso, o ideal é contratar os serviços de uma van, para facilitar a locomoção e aproveitar o passeio ao máximo. As ruas de paralelepípedos também podem dificultar a caminhada. A dica é usar calçados confortáveis.

5 - Fortaleza (CE)
As águas quentes do mar de Fortaleza e as opções de diversão que uma grande cidade oferece são os principais atrativos da capital do Ceará. O artesanato também marca presença em Fortaleza: bordados, crochês, tecelagens e palhas trançadas são encontrados nas diversas feiras e mercados da cidade.

6 - Roteiro dos Vinhos (RS)
No roteiro enoturístico das cidades de Flores da Cunha e Nova Pádua, o visitante conhece a estrutura interna das vinícolas, os vinhedos e degusta vinhos elaborados no local. Cursos de viticultura e degustação também são oferecidos aos turistas. As vinícolas do roteiro participam da Associação de Produtores dos Vinhos dos Altos Montes (APROMONTES), que organiza os passeios.

7 - Holambra (SP)
 Essa colônia de holandeses, apelidada de “Cidade das Flores”, convida o turista a relaxar e curtir a natureza local. Além do atrativo principal (as flores), Holambra oferece passeios em parques, bairros com arquitetura europeia e restaurantes de culinária holandesa. Maior produtora de flores e plantas ornamentais do país, a cidade realiza a Expoflora, o maior evento de flores da América Latina, todos os anos, em setembro.

8 - Natal (RN)
Também bastante procurada pelos turistas da terceira idade,  essa cidade do litoral nordestino oferece paisagens de tirar o fôlego e aventuras, como passeios de dromedário ou de bugue pelas dunas. Considerada uma das costas mais bonitas do Nordeste, Natal vale a pena pelas praias paradisíacas e pela infraestrutura que oferece.

9 - Socorro (SP)

Próxima a Serra Negra, a tranquila Socorro também oferece boas opções para compras. A cidade conta com uma feira permanente de malhas e de artesanato, além de atividades ecológicas, como trilhas e caminhadas leves. Não deixe de conhecer a antiga usina hidroelétrica da cidade, construída pelos ingleses no início do século XX.

FONTE: IG

terça-feira, 15 de dezembro de 2015

Cuidados com o idoso no verão


Os idosos são mais suscetíveis a problemas decorrentes das altas temperaturas do verão, como as desidratações, quedas bruscas de pressão, indisposições alimentares e infecções respiratórias. Isso porque vários mecanismos de controle naturais do organismo se tornam menos eficientes com o envelhecimento, exigindo cuidados especiais com a saúde nessa época do ano.

A desidratação ocorre quando a eliminação de água do corpo é maior que a sua ingestão, levando à perda excessiva do líquido no organismo. O distúrbio é mais comum nos idosos e pode passar despercebido, agravando quadro de prisão de ventre e de cálculo renal em pessoas predispostas. Quando agravada, pode provocar queda de pressão arterial, tontura, perda da consciência, confusão mental, além de lesões em órgãos internos como rins, fígado e cérebro. 

Os idosos são um grupo com maior risco de desidratação por diversos fatores, que vão desde uma menor sensibilidade no mecanismo central da sede (isto é, o idoso sente menos sede que um jovem e, por isso, bebe menos líquido normalmente) à diminuição da função renal (menor capacidade de concentrar a urina e reter a quantidade de líquido necessário para o organismo). Assim, é muito importante oferecer água a idoso, ainda que ele não se queixe de sede e também controlar (anotar) a quantidade de líquido ingerido. Mesmo a sensação de frescor do vento pode ‘enganar’ o dispositivo responsável pela sensação de sede organismo, mesmo quando estamos num local muito quente.

A necessidade diária de água é de 30 ml para cada quilo de peso: a recomendação média é do consumo de líquido de, no mínimo, um litro e meio por dia (um volume de, aproximadamente, oito copos).  Por isso, ofereça sucos, chás, água de coco ou isotônicos, sempre considerando as orientações dadas pelo médico ou nutricionista.
Cabe alertar que a cerveja não hidrata e que o álcool, inclusive, interfere com o hormônio antidiurético, fazendo com que a pessoa perca até duas vezes mais a água através da urina. Dica: sempre observe a cor da urina; quando bem clara, é um sinal de que a hidratação está adequada.

Além da ingestão adequada de líquidos, deve-se ter atenção a outras situações que causam a eliminação de líquido, como transpiração excessiva, vômitos, diarreia ou uso de diuréticos.

A transpiração excessiva pode ser reduzida mantendo uma boa ventilação (ambiente arejado), vestuário adequado (roupas leves) e evitar a realização de atividades físicas em horários de calor mais intenso, principalmente entre 10h e 15h.
Episódios de diarreia e vômitos tendem a ocorrer com maior frequência nos meses mais quentes do ano, período em que os alimentos estão mais sujeitos à contaminação por bactérias e estragam mais facilmente. É importante sempre lavar as mãos antes de manusear alimentos e guardar todos os que forem perecíveis na geladeira. Deve-se evitar guardar comida de um dia para o outro, principalmente quando expostas por muito tempo em dias quentes.

O uso de qualquer medicamento deve ser feito sob a prescrição e supervisão médicas. O acompanhamento é importante porque, em alguns casos, adaptações são necessárias. A preocupação é maior em relação aos diuréticos (que podem agravar o quadro de desidratação, ao promover perda líquida excessiva), aos anti-inflamatórios (que, em caso de desidratação grave, podem agravar quadros de insuficiência renal) e em relação aos medicamentos vasodilatadores para hipertensão (pelo risco de queda brusca de pressão).
Quedas de pressão no verão ocorrem porque as altas temperaturas provocam dilatação dos vasos sanguíneos, visando a melhorar a transferência de calor: o sangue vai mais para a “periferia” do corpo, ajudando no resfriamento, e isso pode resultar na queda da pressão.

As infecções respiratórias nessa época do ano ocorrem por oscilações bruscas de temperatura, especialmente para aqueles que alternam o ambiente aberto com refrigerados. Por isso, apesar do ar-condicionado ser considerado indispensável para os dias de altas temperaturas, pode oferecer perigo à saúde.  É indispensável que a manutenção do aparelho, sobretudo a troca de filtros, seja feita periodicamente. Se possível, opte por janelas abertas ou circuladores de ar eficientes.

Todos esses cuidados são muitos importantes para que os idosos aproveitem o verão com saúde e conforto.

FONTE: GERIAVIDA